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Militante LGBT morta a tiro no Sudoeste da Bahia

Muito se tem falado dos casos de violência extrema no Brasil. O mais recente caso é o de Raphaela Souza militante LGBT que foi morta a tiro no Sudoeste da Bahia.

O crime hediondo está sob a investigação da Polícia Civil, mas mais de 2 semanas após o crime ainda não existe nenhuma novidade.

A vitima era um membro ativo da comunidade LGBT, sendo inclusivamente conselheira do Conselho Estadual LGBT. A par disso, era também assistente social e cabeleireira.

Não se sabe ainda se o crime ocorreu devido a alguns dos casos em que trabalhava enquanto assistente social, ou se o mesmo tem ligação direta ao fato de Raphaela ser militante LGBT.

O Brasil e a sua insegurança – Militante LGBT morta a tiro

Raphaela Souza, militante LGBT, 32 anos, vítima de um crime hediondo! A Jovem foi encontrada morta no dia 14 de novembro, na cidade de Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia.

De acordo com a polícia, o crime ocorreu em torno das 22.30h no Conjunto Habitacional Pau Brasil, no bairro Miro Cairo.

Até à data a policia ainda não sabe (ou divulgou) qualquer tipo de informação sobre a autoria ou motivação do crime.

Desta forma, não se sabe ainda se Raphaela foi uma vítima dos crimes de ódio contra a comunidade LGBT no Brasil.

Já temos vindo a reportar que muitos brasileiros pertencentes à comunidade LGBT começaram a ponderar sair do Brasil devido à insegurança e receio que sentiam após Jair Bolsonaro ter sido eleito.

A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) do estado repudiou este crime horrendo e indica que não irá descansar até que todos os culpados sejam levados à justiça.

Uma mulher de garra que nunca será esquecida

Raphaela era uma mulher super ativa na sociedade e dedicava os seus dias a combater a intolerância e o desrespeito.

A par disso, lutava também pela construção de espaços onde qualquer pessoa, independentemente da sua orientação sexo, raça ou situação, se sentisse bem.

A luta contra o preconceito era comum no seu dia a dia, e muitos dos seus amigos deixaram mensagens no Facebook a ressalvar esse fato.

“A luta de Raphaella não será vã, permaneceremos na busca por uma sociedade mais igual, que respeite as pessoas, a diversidade e os direitos humanos”.

Só nos resta desejar que toda a luta de Raphaela não seja realmente em vão e que a sua alma esteja finalmente em paz.

Ela será sempre lembrada pela militante LGBT que era, mas acima de tudo pela pessoa linda que ela era!

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